As barragens e os políticos: você sabe de quem cobrar?

Vinte cidades mineiras têm barragens com alto risco de rompimento ou sem garantia de estabilidade. Mostramos os deputados estaduais mais votados em cada uma delas para que você possa cobrar providências

Você pode morar numa cidade em perigo e talvez nem saiba. Em Minas Gerais são 20 municípios abrigam barragens de rejeitos com alto risco de rompimento ou sem garantia de estabilidade. E se a sua cidade for uma delas? Você vai se mobilizar?

As consequências do rompimento de uma barragem são trágicas. Além da possibilidade de causar a morte de várias pessoas, os resíduos tóxicos podem contaminar ribeirões e rios, destruir a fauna e a flora da região, interromper o abastecimento de água em várias localidades, além dos efeitos negativos na atividade econômica das cidades.

Uma forma de garantir a segurança de sua família e de seus amigos é cobrar dos políticos um posicionamento. Você pode, por exemplo, entrar em contato com os deputados estaduais mais votados na sua cidade e cobrar deles a ampliação da fiscalização e a criação de uma lei que garanta mais controle sobre as barragens.

O Lei.A fez um levantamento para mostrar quem foi mais votado em cada uma das cidades que correm risco e mostra como cobrar de cada um deles em sua plataforma. Veja abaixo:

 

Levantamento

Os dados das barragens em risco foram retirados do inventário da Fundação Estadual de Meio Ambiente (Feam) e de estudos técnicos do Ministério Público, que concluíram que cerca de 10% das 400 barragens de rejeito existentes em Minas Gerais têm risco de se romperem. Vale lembrar que, de acordo com a Feam, existem 50 barragens sem garantia de estabilidade em Minas, incluindo as que não são de rejeitos, como as de reservatório de água.

 

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